SCP vs. FCP - Um brilho na tempestade
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| Foto José Lorvão/Isabel Silva |
Primeiro clássico da época joga-se em Alvalade, depois da paragem de selecções, muitas incógnitas se colocam para esse jogo. Um FCPorto com vários jogadores ausentes nos compromissos de selecção, o Sporting com vários ausentes por lesão.
Sporting 1 — 1 FC Porto
Onze inicial:
Suplentes: João Vrigínia, Matheus Reis, Tabata, Sarabia, Esgaio, Geny Catamo, Tiago Ferreira, Bragança, Esteves.
Face as vária ausências por lesão, de Pedro Gonçalves, Tiago Tomás e Gonçalo Inácio, entra Neto para o lado direito da defesa, Jovane Cabral e Nuno Santos na frente de ataque. Com a estreia do mais recente reforço por empréstimo Pablo Sarabia no banco.
O clássico arrancou com as duas equipas muito intensas, FCPorto forte na pressão, e os leões sempre a tentar chegar a frente. O Sporting ia sendo mais perigoso, e ainda cedo Nuno Santos abriu o marcador, com uma jogada iniciada por Matheus Nunes, e cruzamento de Porro.
O FCPorto com muitas dificuldades a ligar o jogo, e o Sporting ia beneficiando, ainda na primeira parte novamente Nuno Santos dispôs de duas grandes ocasiões para ampliar o marcador, Digo Costa mostrou serviço com duas grandes defesas.
Na segunda parte o FC Porto ia melhorando, frente a um Sporting mais permissivo e menos perigoso, ainda assim o FC Porto não conseguia finalizar para golo. Até ao minuto 71' um lance individual de Luiz Díaz termina dentro da baliza de Adán.
O Sporting ainda tentou ir atrás do resultado novamente, mas com mais dificuldades na ligação, e um FC Porto mais compacto defensivamente.
O jogo ainda fica marcado pela expulsão de Toni Martínez ao minuto 87', por acumulação. Os minutos seguintes praticamente não se jogaram, entre faltas e protestos.
Nota final:
O Sporting sempre muito mais perigoso, mesmo com menos posse de bola, frente a um FC Porto que esteve durante largos minutos perdido, foi valendo Diogo Costa, melhorou no segundo tempo, mas o único remate a baliza de Adán foi o golo de Luiz Díaz, pois o Sporting praticamente não permitiu jogadas de perigo.
Nota mais negativa para a arbitragem de Nuno Almeida, que não conseguiu gerir o jogo a não ser à base dos cartões e faltas, e a ausência do VAR.




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