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SCP vs. CDA - O mesmo leão, mas num esquema diferente


Foto José Lorvão, Mário Vasa e Pedro Zenkl

Sporting 2 - 0 CD Aves


 Estreia de Rúben Amorim ao comando dos leões, Sporting vindo de uma derrota por 3-1 frente ao Famalicão, recebe agora o Desportivo das Aves para tentar dar a volta ao mau momento, teoricamente o “melhor” adversário para o jogo de estreia…

Onze Inicial:

Suplentes: Diogo Sousa, Rafael Camacho, Francisco Geraldes, Rosier, Borja, Jovane e Doumbia.

Rúben Amorim apresenta o seu já habitual 3-4-3, algo já espectável, mesmo com o pouco tempo de trabalho, sendo que essa equipa já jogou nesse esquema então não ia estranhar totalmente, mas faltou o “toque” do Rúben…

Sporting com os laterais muito projetados no ataque e a tentar sair a construir pelos centrais, logo desde muito cedo os leões estavam a conseguir ter bola, e sair com algum perigo, mas a demorar muito a soltar a bola, um dos principais problemas, e continuava a falta de discernimento perto da área do Aves.
A partida ficou condicionada muito cedo para o lado do Aves, entrada dura sobre Wendel, o arbitro da partida deu amarelo, mas quando chamado a visionar as imagens pelo VAR mudou para vermelho directo. O Aves ainda esteve perto de marcar, má saída de Maximiano, valeu o corte de Ilori na cobertura. Pouco depois o “azar” toca novamente a equipa avense, Luiz Fernando que já tinha visto amarelo por protestos, fica a amarrar os calções de Wendel para matar uma saída de contra-ataque, segundo vermelho, e ficava assim o Sporting em vantagem numérica de dois jogadores ao minuto 20.
O jogo ficava de sentido único, mas os leões sem eficácia no último terço. Rúben Amorim decide retirar Ristovski para dar entrada a Jovane Cabral, tentar assim aproveitar a vantagem numérica e dar mais poder ofensivo. Ainda assim a primeira oportunidade mais clara surge apenas ao minuto 44’, por Sporar, de frente para a baliza chuta por cima.
Sporting com 80% de posse de bola mas apenas 2 remates enquadrados, e esse continua a ser o maior problema dos leões.

Segunda parte saída de Mathieu, entrada de Francisco Geraldes, Rúben Amorim ia tentado aumentar ainda mais o caudal ofensivo, e o Sporting cada vez carregava mais mas parecia não encontrar a baliza do Desportivo das Aves.
Muitos cruzamentos, mas o Sporting metia sempre pouca gente na área, e o jogo era uma susceção de cruzamentos atrás de cruzamentos, e remates de longa distância.
Mas o golo acaba mesmo por aparecer, de cruzamento claro. Minuto 60’, Wendel a cruzar muito bem, para desvio de Sporar de cabeça, estava assim desbloqueado o resultado.
E foi pouco depois, min 67’, cruzamento de Jovane bola desvia no braço de um homem do Aves, penalti claro, chamado a converter Luciano Vietto, bola para um lado guarda-redes para o outro, estava assim fechada as contas do marcador.

Nota final:
Jogo que fica marcado pelas 2 expulsões muito cedo na partida, ainda assim poucos remetes enquadrados (5), deixaram a desejar, vimos um leão num esquema diferente, mas tirando isso pouco mudou nessa equipa. Teremos de esperar para que Rúben Amorim possa trabalhar com mais tempo.

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